Trilha completa
Integração de novos
colaboradores
Não é manual da empresa, não é apresentação institucional e não fala de missão nem de valores. É a sequência prática do que aquela função faz, na ordem em que faz, com o material de apoio ligado a cada etapa.
A divisão por semanas é uma referência, não uma prisão: quem aprende rápido avança antes, quem precisa de mais tempo repete a etapa. O que importa é o critério de conclusão de cada bloco.
Como a trilha se organiza
Semana 01
Onde ficam as coisas, quem é quem, quais sistemas a pessoa vai abrir e como pedir acesso a cada um. Parece óbvio e é o bloco que mais economiza tempo de colega no primeiro mês.
Semana 02
A atividade principal do posto, passo a passo, com as telas reais e os nomes que a equipe usa. Primeiro acompanhando, depois executando com alguém por perto.
Semana 03
O que muda em fim de mês, em pico de demanda, no turno da noite, com aquele cliente específico. É aqui que mora a maior parte do conhecimento que ninguém documenta.
Semana 04
Erros comuns, como perceber que algo saiu errado, o que dá para corrigir sozinho e a partir de que ponto precisa escalar — com nome de quem procurar.
O que vem junto
Três peças por função
O documento principal, dividido em blocos com critério de conclusão.
Uma página só, para o gestor conferir: acessos, apresentações, equipamentos, o básico.
Onde a pessoa nova travou durante a validação e o que foi reescrito por causa disso.
Comece pela função que mais recebe gente nova
Costuma ser a que mais consome tempo de quem já está lá — e a que dá o retorno mais rápido.
Pedir proposta